Direito Imobiliário e Locação4 min de leitura

Advogado imobiliário em Santos: o que faz e como contratar

Saiba o que faz um advogado imobiliário em Santos, quando contratar e como agir com inquilino inadimplente. Atendimento presencial na Baixada Santista.

Dr. Felipe Cezar•21 de outubro de 2026
Advogado imobiliário em Santos analisando contrato de locação com cliente
Foto por Loïc Fürhoff na Unsplash

Você tem um imóvel alugado em Santos ou na Baixada Santista, o inquilino atrasou os pagamentos, e a primeira dúvida que aparece é: o que eu faço agora? Trocar a fechadura, entrar no imóvel, cortar a água? Nenhuma dessas opções. Qualquer uma delas pode transformar você, o proprietário prejudicado, no réu de um processo. A Lei do Inquilinato é clara sobre o que o locador pode e não pode fazer, e ignorar essas regras custa caro.

É nesse momento que um advogado imobiliário em Santos faz diferença real. Não como formalidade, mas como a pessoa que sabe exatamente qual passo tomar, em qual prazo, com qual documento, para recuperar seu imóvel ou seu dinheiro pelo caminho mais rápido e seguro possível.


O que faz um advogado imobiliário em Santos

Um advogado imobiliário atua em toda a cadeia jurídica que envolve imóveis: elaboração e revisão de contratos de locação residencial, comercial e por temporada; ações de despejo por falta de pagamento, por término de contrato ou por uso indevido do imóvel; ação revisional de aluguel (quando o valor está defasado em relação ao mercado); e ação renovatória (o instrumento que o inquilino comercial usa para exigir a renovação do contrato depois de 5 anos).

Para o proprietário, as situações mais comuns que exigem atuação especializada são:

  • Inquilino inadimplente e dúvida sobre como agir sem cometer erro que adie o despejo
  • Contrato de locação que não prevê as situações mais comuns de conflito
  • Necessidade de reajuste de aluguel comercial sem perder o inquilino ou entrar em disputa judicial
  • Recebimento de uma ação renovatória proposta pelo inquilino e dúvida sobre o que fazer

Um contrato de locação comercial bem estruturado reduz em até 70% as chances de um conflito virar processo. O que define o prazo de um despejo começa na cláusula que você assinou, não no dia em que o aluguel atrasou.


Como funciona o serviço na prática

O trabalho começa com a análise do contrato vigente. É ele que determina o que o proprietário pode exigir, em que prazo, e com qual base jurídica. Um contrato com garantia real (imóvel de terceiro), fiança ou seguro-fiança tem caminhos processuais diferentes de um contrato sem garantia ou com depósito caução.

Para quem ainda não tem inquilino ou está renovando o contrato, a atuação preventiva envolve:

  1. Elaboração do contrato com cláusulas que protegem o locador em situações concretas: inadimplência, abandono do imóvel, sublocação não autorizada, danos ao bem
  2. Definição da garantia mais adequada para o perfil do imóvel e do inquilino
  3. Previsão de reajuste por índice adequado (IGP-M ou IPCA, com critérios claros)
  4. Redação de cláusulas específicas para locação comercial, incluindo prazo, benfeitorias e condições de renovação

Para quem já está em conflito, o processo é diferente: diagnóstico do contrato existente, notificação formal ao inquilino (quando exigida), ajuizamento da ação de despejo com pedido liminar quando cabível, e acompanhamento até a retomada do imóvel.

Uma ação de despejo por falta de pagamento, quando o contrato tem garantia e o locador age sem demora, pode ser resolvida em 4 a 6 meses. Sem garantia ou com irregularidades no contrato, esse prazo pode dobrar.


Os erros mais comuns do proprietário que age sem advogado

O erro número 1 é tentar resolver sozinho antes de entender o que a lei permite. Os mais frequentes:

Trocar a fechadura ou cortar serviços essenciais. Isso configura turbação da posse e pode resultar em processo contra o proprietário, além de atrasar o despejo.

💡 Conversa inicial para entender a situação jurídica da empresa, sem compromisso e sem juridiquês

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Aceitar pagamento parcial sem ressalvar o direito à cobrança do restante. Em alguns casos, receber parte do valor pode ser interpretado como quitação da dívida, dependendo de como o recibo foi emitido.

Não notificar o inquilino antes de ajuizar. Em contratos sem garantia, a Lei do Inquilinato exige notificação prévia com prazo de 15 dias para purgar a mora. Sem ela, a ação pode ser extinta.

Assinar aditivo de parcelamento sem formalizar corretamente. Acordos informais de parcelamento de dívida locatícia têm validade jurídica limitada se não forem bem redigidos.

Ignorar a ação renovatória do inquilino comercial. O prazo para contestar uma ação renovatória é de 15 dias. Proprietário que perde esse prazo pode ser obrigado a renovar o contrato em condições que não negociou.


Como contratar um advogado imobiliário em Santos

O processo é direto. O primeiro passo é uma conversa para entender a situação: qual é o contrato, qual é o conflito, quais documentos existem. Com esse diagnóstico, o advogado apresenta as opções disponíveis e os caminhos mais eficientes para cada uma.

O Dr. Felipe Cezar, advogado especialista em Direito Imobiliário e Locação com atendimento presencial em Santos e na Baixada Santista, atua tanto na elaboração e revisão preventiva de contratos de locação quanto nas ações judiciais necessárias quando o conflito já está instalado: despejo, revisional e renovatória.

O atendimento é presencial para clientes na Baixada Santista e São Paulo, e remoto para proprietários em qualquer outro estado.

Se você tem um imóvel alugado e está em dúvida sobre o contrato que assinou, sobre o que fazer com um inquilino inadimplente ou sobre como reagir a uma ação renovatória, o caminho mais rápido é uma conversa direta: WhatsApp (13) 98197-8722. Você descreve a situação, e o Dr. Felipe Cezar diz o que o contrato permite, o que a lei garante e qual é o próximo passo concreto.


Conclusão

Proprietário de imóvel em Santos que age sem orientação jurídica não perde só tempo: perde prazo processual, cede direito sem perceber, e às vezes transforma um despejo simples em um processo que dura o dobro do necessário. A diferença entre um contrato bem feito e um contrato improvisado pode ser medida em meses de aluguel não recebido e em custos processuais que superam o valor da dívida original.

Se a situação já chegou a esse ponto, ou se você quer evitar que chegue, entre em contato pelo WhatsApp (13) 98197-8722. O diagnóstico inicial é direto, sem juridiquês, e sem compromisso.

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Perguntas frequentes

O que faz um advogado imobiliário em Santos?+

Atua em contratos de locação, ações de despejo, revisional e renovatória de aluguel. Protege proprietários e inquilinos em conflitos imobiliários na Baixada Santista, do contrato à retomada do imóvel.

Como funciona uma ação de despejo por falta de pagamento em Santos?+

O advogado analisa o contrato, notifica o inquilino quando exigido e ajuíza a ação com pedido liminar. Com contrato com garantia e ação imediata, o processo dura entre 4 e 6 meses.

O proprietário pode trocar a fechadura se o inquilino não pagar?+

Não. Trocar a fechadura ou cortar serviços essenciais configura turbação da posse e pode gerar processo contra o proprietário, além de atrasar o despejo. A retomada deve ser feita pela via judicial.

Quando contratar um advogado imobiliário em Santos?+

Ao elaborar ou renovar contrato de locação, ao enfrentar inadimplência, ao receber uma ação renovatória do inquilino comercial ou ao precisar revisar o valor do aluguel defasado.

Qual o prazo para contestar uma ação renovatória de aluguel comercial?+

O prazo é de 15 dias. Proprietário que perde esse prazo pode ser obrigado a renovar o contrato em condições que não negociou. É essencial ter advogado acompanhando desde a notificação.

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